Petra Kvitova sorriu em duelo checo rumo à final de Madrid

Petra Kvitova.

Petra Kvitova. Karolina Plisková. Duas tenistas checas, duas tenistas numa série de nove vitórias consecutivas e duas tenistas que venceram torneios WTA nas últimas semanas (Plisková triunfou em Estugarda e Kvitova sagrou-se campeã na estreia em Praga). Os ingredientes necessários para um grande espetáculo na Caja Magica de Madrid estavam todos presentes e em jogo estava o passaporte para a final da prova. No fim, sorriu Kvitova.

A atual número 10 mundial, de 28 anos, foi a mais forte num embate falado em checo, batendo a 6.ª pré-designada com parciais de 7-6(4) e 6-3, depois de uma hora e 43 minutos de jogo.

Com um arranque em falso, onde cedeu logo o seu serviço à adversária, Kvitova teve que puxar dos galões para, na reta final da primeira partida, recuperar o break de desvantagem. Plisková, porém, voltaria a quebrar e a servir a 5-4 para fechar o parcial, mas falhou na altura crucial e acabou derrotada no tiebreak.

O segundo set foi totalmente oposto do primeiro. Desta feita quem arrancou em falso foi a antiga número 1 do Mundo, que cedeu o seu jogo de serviço logo a abrir e não mais voltou a entrar na partida, cedendo perante uma Kvitova extremamente eficaz (converteu quatro das seis oportunidades de break que teve).

Apurada para mais uma final esta temporada, Petra Kvitova vai tentar manter o aproveitamento de 100% em encontros decisivos – venceu as três finais que disputou em 2018 – e somar o terceiro troféu em Madrid (venceu em 2011 e 2015).

Para isso, contudo, terá que ultrapassar a sensação holandesa Kiki Bertens que, depois de deixar Caroline Wozniacki e Maria Sharapova pelo caminho, aplicou esta sexta-feira um corretivo a Caroline Garcia para se apurar para a maior final da sua carreira.

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