À terceira não foi de vez para Bagnis em Portugal: “Espero que a próxima final seja ATP”

Sara Falcão/FPT

OEIRAS — Ainda não foi desta que Facundo Bagnis saiu de Portugal com o troféu de campeão na bagagem. Depois de em 2019 ter perdido as finais de Braga e no CIF, o argentino de 31 anos cedeu no derradeiro encontro no Oeiras Open 125 perante Carlos Alcaraz, uma das coqueluches do ténis mundial.

“Senti que ele era ligeiramente favorito, mas quando entra em campo tem de justificar tudo o que dizem dele, e ele fá-lo. Ele serviu muito bem e em todos os break points serviu a grande nível e isso fez a diferença. Para virar as coisas a meu favor precisava de ter jogado melhor do que ele. Não me senti realmente como queria e não executei o que tinha planeado no início do encontro. Mas isso é mérito dele. Hoje senti-me incomodado com o vento e com o court e às vezes também me senti cansado. No entanto, nada disto é desculpa. Ele jogou melhor e foi merecido”, analisou o tenista de Rosário.

Antigo 55 do ranking ATP, Bagnis vai ficar às portas do top 100, onde entrou pela última vez há quatro anos. “A semana foi boa. O mais importante foi que competi, trabalhei cada dia e dei o melhor. Obviamente que podia ter jogado melhor, inclusive hoje, mas chegar a uma final não é fácil e valorizo, estou contente, até porque este é o meu primeiro torneio na gíria europeia de terra batida”.

Após sucessivos desaires em finais portuguesas, será que Bagnis vai desistir de procurar a consagração por cá? Nem por isso. “Oxalá a próxima final cá seja ATP. Sinto-me cómodo dentro e fora do court em Portugal”.

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