Loucura em Roma: Osaka volta a desiludir, Kvitova também cai e Muguruza escapa por um triz

Manhã muito agitada no Foro Italico, com o BNL Internazionali d’Italia — o WTA 1000 e ATP Masters 1000 de Roma — a despedir-se de duas campeãs de torneios do Grand Slam num curto espaço de tempo: primeiro Naomi Osaka, depois Petra Kvitova. E Garbiñe Muguruza não se juntou a elas por muito pouco.

Depois de ter caído à primeira em Madrid, Naomi Osaka voltou a deixar muito a desejar no pó de tijolo e não conseguiu contrariar o ténis de Jessica Pegula (31.ª do ranking mundial), que venceu por 7-6(2) e 6-2 num encontro em que até esteve perto de perder a primeira partida — serviu a 4-6 e 5-6 —, mas que tendeu para o seu lado assim que a norte-americana resistiu ao tie-break.

Igualmente desapontante foi a manhã de Petra Kvitova, com a décima cabeça de série a despedir-se frente à russa Vera Zvonareva (ex-número dois do ranking e atual 113.ª) em três partidas, com os parciais de 6-4, 3-6 e 6-4, depois de 2h25. A perder por 5-2 no parcial decisivo, Kvitova ainda conseguiu salvar dois match points e chegar ao 5-4, mas os dois pontos de jogo para fazer o 5-5 não foram suficientes e o marcador acabou por sofrer uma nova reviravolta.

Depois de Osaka (campeã do US Open em 2018 e 2020 e do Australian Open em 2019 e 2021) e Kvitova (vencedora em Wimbledon nos anos de 2011 e 2014), uma terceira campeã de torneios do Grand Slam esteve perto de dizer adeus a Roma antes do esperado, mas uma espécie de milagre salvou Garbiñe Mugurza, vencedora de Roland-Garros em 2016 e de Wimbledon no ano seguinte: a espanhola conseguiu recuperar de 4-1 (com dois breaks de serviço) no set decisivo para derrotar a norte-americana Bernarda Pera (69.ª) pelos parciais de 2-6, 60 e 7-5 e marcar encontro com Elina Svitolina, uma dupla campeã em Roma e que também precisou de três partidas (2-6, 6-3 e 6-4 contra Amanda Anisimova) para seguir em frente.

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