Pedro Sousa reencontra amigo Giannessi e recorda: “Disse-me que já lhe custei uns 70 mil euros”

Beatriz Ruivo/Lisboa Belém Open

LISBOAPedro Sousa chegou ao Lisboa Belém Open como o tenista mais cotado e tem conseguido agarrar-se ao estatuto, estando já apurado para as meias-finais. A jogar em casa, o português de 32 anos vai ter pela frente um dos jogadores do circuito com quem confraterniza mais e na conferência de imprensa recordou uma das trocas de palavras divertidas com Alessandro Giannessi.

“Conhecemo-nos há bastante tempo e já jogámos em Futures, na final de um Challenger e num torneio do Grand Slam. Jantámos juntos na segunda-feira e ainda na semana passada, em Barcelona, estava um dia de chuva e enquanto tomávamos café começámos a picar-nos um ao outro: disse-lhe que lhe ganhei aqui e ali, ele foi ver o frente-a-frente e disse que está à frente, mas eu respondi que venci os mais importantes, a final [em Francavilla] e em Wimbledon [no qualifying de 2017]. Ele concordou e disse-me que se tivesse ganho essa final tinha entrado direto em Roland-Garros e Wimbledon e que eu lhe custei uns 70 ou 80 mil euros”, contou, bem-disposto.

Na meia-final deste sábado (logo às 10 horas), Pedro Sousa não espera surpresas: “Vai ser um jogo sem grandes segredos, mas apesar de me dar bem com ele tenho a certeza de que ambos vamos fazer de tudo para ganhar.”

Sobre o duelo desta sexta-feira, em que afastou o cazaque Dmitry Popko, o tenista português disse que “não entrei tão bem, mas ele também teve bastante mérito porque entrou muito sólido. Eu nem estava a jogar mal, apesar de estar a servir um pouco devagar. Depois comecei a ir buscar mais o serviço e continuar em jogo, porque ele acabaria por baixar o nível e a verdade é que eu também consegui subir e consegui ganhar o primeiro set. O segundo também foi duro, mas joguei bastante bem. Foi o meu melhor encontro em todos os aspetos, tanto física, como mental e taticamente.”

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