Roland Garros 2018: previsões da equipa

Em 2018, o dia 27 de maio é sinónimo de arranque do segundo Grand Slam da temporada. Roland Garros começa a jogar-se este domingo e em jogo estão os tão desejados troféus de campeão. E se o campeão em título, Rafael Nadal, é o grande favorito à vitória para a equipa Raquetc, a campeã, Jelena Ostapenko, não é sequer referida. Surpresas? Queremos saber a sua opinião — partilhe-a através desta caixa de comentários ou nas redes sociais.

Campeã Feminina

Gaspar Ribeiro Lança: Simona Halep – Depois de duas finais perdidas, este pode ser o ano de Simona Halep. Mas também pode ser o ano de Elina Svitolina, que vem de mais um título em Roma, de Garbiñe Muguruza (que já venceu aqui e está sempre a surpreender) ou até, e porque a realidade é que o circuito feminino está, neste momento, aberto a tudo, de uma Petra Kvitova, de uma Maria Sharapova, de uma Serena Williams? Mais improvável, no caso destas últimas três, mas estamos a falar de jogadoras com mais de duas vitórias em Grand Slams e fome de vencer pelo que… Tudo é possível.

Francisco Semedo: Simona Halep – Se do lado masculino é fácil escolher, do lado feminino é praticamente dar um tiro no escuro. A número um mundial tem mostrado consistência ao longo da época e o ano passado já esteve muito perto de vencer. Acredito que seja este ano que conquiste Paris. Muitos outros nomes poderiam ser apontados.

João Correia: Elina Svitolina – A ucraniana integra o lote de 4 ou 5 reais favoritas à conquista do titulo. Chega a Paris num bom momento de forma e este pode ser o seu ano.

Jorge Marques: Simona Halep – A romena já confessou que espera que desta seja de vez e, embora não tenha conquistado nenhum título sobre terra batida este ano até agora, guarda muito boas recordações da capital francesa. Vice-campeã em 2014 e 2017, Halep sente-se muito bem no pó de tijolo gaulês e, atendendo ao facto do quadro estar bastante aberto, há a possibilidade de lhe calhar um caminho mais acessível que permita ir avançando tranquilamente até às rondas finais para depois poder esplanar o seu melhor ténis nas fases decisivas.

António Vieira: Simona Halep – Ocupa neste momento o trono do ténis feminino e encontra-se 100% focada em conquistar aquilo que lhe falta: um torneio do Grand Slam. Não só merece por tudo o que já fez, como apresenta uma indubitável qualidade para reinar em Paris. A romena sente-se confortável em Roland Garros, e após duas finais perdidas, acredito que à terceira será de vez.

Diogo Leite: Elina Svitolina – Apesar de nunca ter passado os quartos de final em torneios da categoria máxima, penso que irá chegar a vez da ucraniana vencer um grand slam e será agora em Paris. Svitolina tem mostrado uma consistência enorme e vem de um título em Roma, o que na minha opinião a vai moralizar e embalar rumo ao último sábado do torneio.

Ema Pires: Simona Halep – Finalista vencida do primeiro Grand Slam da presente temporada, não esconde a vontade de sair vencedora de Roland Garros após ter sido finalista da mesma por duas vezes. Já mostrou que consegue competir a grande nível em Paris e a final alcançada agora em Roma confirma que a romena está pronta para causar estragos ao longo das duas semanas que se aproximam.

Daniel Sousa: Elina Svitolina – As últimas edições de Roland Garros têm trazido o primeiro título do Grand Slam para algumas tenistas do circuito. Acredito que tenha chegado a vez de Svitolina. É uma tenista que sabe o que faz no pó de tijolo e que pode muito bem sair de Paris com as mãos envoltas em prata.

Pedro Cunha: Garbiñe Muguruza – Parece uma previsão algo arriscada, mas a tenista espanhola sabe o que é vencer na capital francesa e sabe ainda melhor o que é vencer um torneio do Grand Slam. Apesar da sua curta preparação a competir em terra batida, dado ter perdido cedo nos três torneios WTA que disputou, a jovem tenista apresentou um bom nível de ténis.

 

Campeão Masculino

Gaspar Ribeiro Lança: Rafael Nadal – Sim, outra vez. Porque este ano continua em forma e porque é o Rei da Terra Batida, tendo nesta superfície um registo inigualável. Tem concorrência? Tem, como Dominic Thiem e Alexander Zverev. Mas o austríaco continua a insistir em jogar demasiado antes de um Grand Slam (esta semana foram mais quatro encontros — e um título, é verdade, mas…) e o alemão ainda não conseguiu passar para os Majors o nível dos restantes torneios. Será desta? Talvez, mas o “Toro” parte como claro favorito.

Francisco Semedo: Rafael Nadal – Não há como contornar o nome do espanhol quando falamos de favoritos a Roland Garros. Campeão por 10 vezes, o número um mundial chega a Paris em excelente forma e com a motivação em alta após vencer em Roma. À melhor de 5 sets não acredito que tenha adversário que o bata nesta altura, apesar de considerar que há dois nomes que podem complicar: Dominic Thiem ou Novak Djokovic. O quadro ajuda e um eventual embate contra estes só aconteceria na final.

João Correia: Rafael Nadal – É preciso justificar?

Jorge Marques: Rafael Nadal – Quem mais senão o espanhol para ser apontado como principal candidato a novo título? Aliado com um quadro favorável e uma época de terra batida praticamente perfeita, Nadal volta a ser considerado unanimemente o grande favorito e procura em Paris fazer ainda mais história com “La Undécima” em mira.

António Vieira: Rafael Nadal – Não há como fugir. O denominado “rei da terra batida” apresenta-se em Paris como o grande favorito à conquista de Roland Garros. Muito recentemente, atingiu o estonteante registo de 40 sets consecutivos ganhos em terra batida. Com o Big 4 bastante desfalcado, as esperanças recaem nos talentosos Thiem e Zverev. Contudo, não se prevê que consigam vencer 3 sets a Nadal. A haver uma surpresa, que seja protagonizada por João Sousa, logo na segunda ronda.

Diogo Leite: Rafael Nadal – Apesar de falhar Madrid, o espanhol demonstrou o seu domínio na terra batida. Penso que apenas um Djokovic na sua melhor forma ou Thiem num dia excelente são capazes de ombrear com o maiorquino, no entanto Nadal a jogar perto do seu nível será suficiente para levantar mais um troféu em Paris.

Ema Pires: Rafael Nadal – Como sabemos, os courts de terra batida de Paris são o habitat natural do espanhol, tendo sido muito poucos aqueles que o conseguiram bater em Roland Garros. Com a conquista do Masters 1000 de Roma, Nadal mostra estar com um bom nível competitivo, sendo um indiscutível favorito à vitória.

Daniel Sousa: Rafael Nadal – Dispensa apresentações. Está avassalador na terra batida, como de resto é habitual, e chega a Paris em busca de mais uma página de história.

Pedro Cunha: Rafael Nadal – Dado o seu momento de forma é impossível não o apontar como favorito, ainda por cima em Roland Garros. Na preparação do torneio apenas cedeu para Dominc Thiem, em Madrid, mas nada que torne o título em Paris menos provável.

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