Os últimos tempos de recuperação e a sua calendarização para o ano que aí vem, não foram os únicos temas de conversa da conferência de imprensa prestada por Stan Wawrinka esta sexta-feira.
O número nove mundial, que está sem treinador desde a saída de Magnus Norman, falou também sobre esse tema e apelidou a saída do sueco de surpreendente.
“Foi uma surpresa para mim, uma grande deceção. Num momento tão difícil como eu estava, devia poder contar com o apoio das pessoas mais próximas. A sua saída foi um choque”, confessou.
Quanto ao seu futuro técnico, o tenista de 32 anos diz que não tem pressa para o encontrar, mas que tem alguns nomes em mente.
“Não tenho pressa de encontrar um. Interessam-me vários perfis. O Paul Annacone é um dos nomes da minha lista”, concluiu sobre o tema.