Números do Brasil Open 2013

Fotografia de Roberto Cardoso / Curta Tênis

Depois de toda a polémica em torno do Brasil Open, é altura de divulgar alguns números do torneio que viu Rafael Nadal erguer o primeiro troféu de campeão desde Roland Garros em 2012. É que, ultrapassados todos os problemas, o torneio brasileiro conseguiu, muito por conta do espanhol (que ergueu o troféu) fugir um pouco às críticas, cada vez mais abafadas pelo começo de outros torneios.
A organização do torneio disponibilizou, no final do torneio, alguns números interessantes, que o Curta Tênis não hesitou em partilhar com os seus leitores e connosco:

  • O Ginásio do Ibirapuera tem capacidade para acolher 9.300 espectadores, número que foi alcançado em cinco dos sete dias de disputa do quadro principal. Nos dois dias restantes foram vendidos, pelo menos, 4650 bilhetes;
  • Com todos os participantes (qualifying, singulares e pares) incluídos, foram representados 16 países;
  • O torneio permite a 652 pessoas trabalharem;
  • Foram atribuídas 230 credenciais de imprensa;
  • 5.544 bolas ‘Wilson’ foram utilizadas ao longo do torneio;
  • 10.260 litros de água mineral foram fornecidos pela organização ao longo do torneio. São 500 caixas com 48 copinhos plásticos de 300 ml, mais 500 caixas com 12 garrafas de 510 ml cada uma.
  • Foram fornecidas 1.300 garrafas de bebidas energéticas aos jogadores;
  • Foram utilizadas 600 toalhas por todos os atletas;
  • 240 m3 de terra batida foram utilizados para montar os três courts onde o torneio se disputou, sendo necessárias 10 toneladas de pó de tijolo para cobrir os campos.
  • 1.100 metros de linha para as marcações dos campos.
  • 320 kg de gelo utilizados por dia no complexo.
  • 600 refeições servidas diariamente para jogadores, imprensa e staff.
  • 4 dúzias de bananas levadas todos os dias ao ginásio, para consumo exclusivo dos tenistas.

Além dos números oficiais, Alexandre Cossenza (prestigiado jornalista brasileiro) e o site da Globo recolheram alguns números da meia-final entre Rafael Nadal e Martin Alun. Será que conseguia prever algum deles? (Dados publicados com autorização de Alexandre Cossenza, clique aqui para ler o artigo original).

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