Depois da glória em Nova Iorque, Naomi Osaka tem acordo milionário à espera na Adidas

Naomi Osaka

A época de 2018 — e a vitória no US Open em particular — está a catapultar Naomi Osaka para toda uma outra dimensão e os mais recentes rumores apontam para a grande possibilidade da japonesa estar perto de assinar um contrato milionário (e histórico) com a fabricante desportiva Adidas.

Se é verdade que atualmente a tenista nipónica já é patrocinada pela empresa alemã, também o é que ao vencer o US Open (que lhe valeu a adição de 3.8 milhões de dólares aos cofres…) se tornou numa das jogadoras do circuito mais cobiçadas pelas grandes empresas.

Um facto que ganha ainda mais relevância se considerada a enorme base de fãs que Naomi Osaka tem em todo o continente asiático e, claro, o “seu” Japão. No fundo, um cenário em muito semelhante ao de Kei Nishikori (que faz dele um dos tenistas mais bem pagos dos últimos anos) e, até, ao que viveu e continua a ver Li Na.

E, no que aos negócios diz respeito, isso quer dizer muito, ou não tivesse a jogadora chinesa conseguido o que nem Roger Federer, Rafael Nadal, Maria Sharapova ou Serena Williams conseguiram: adicionar aos seus equipamentos Nike os logótipos de outros patrocinadores.

Mas voltemos a Naomi Osaka, porque o momento é dela: segundo avança o jornal The Times esta semana, a tenista japonesa de 20 anos terá à sua espera um novo contrato de 8.5 milhões de dólares por ano com a Adidas, que a acontecer significará o maior contrato da história entre a fabricante e uma jogadora profissional de ténis.

Ainda segundo o mesmo jornal, o contrato de seis dígitos que Osaka tem com a Adidas termina no final do ano, pelo que é expectável que a nova ligação seja consumada nas próximas semanas.

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tiebreak. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegou o padel, o squash e o ténis de mesa. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."