Porto Open. Fred Gil vai lutar pelo título de pares

Fred Gil

PORTO – Fê-lo em 2014 e, agora, vai ter a oportunidade de o repetir: Fred Gil carimbou, na tarde desta sexta-feira, o apuramento para a final de pares do Porto Open, sendo esta a segunda vez na temporada que inscreve o nome na decisão de um torneio de 25.000 dólares.

Ao lado do austríaco David Pichler, o tenista sintrense é o primeiro cabeça de série e levou a melhor sobre os compatriotas Nuno Borges e Francisco Cabral (terceiros) no “prolongamento”, ao vencer por 6-3, 2-6 e 10-5 ao fim de 1h23.

Com este triunfo, Fred Gil ganha a possibilidade de discutir por mais um título na cidade do Porto, onde em 2014 fez a dobradinha no Porto Open — na altura, o torneio era da categoria inferior.

Caso aconteça, será o 35.º título da carreira na variante de pares para o ex-número 1 nacional (que aos 33 anos é o 409.º do ranking de singulares e 253.º de pares), mas para isso Gil e Pichler terão de superar Orlando Luz e Felipe Meligeni, os brasileiros segundos pré-designados que inverteram uma desvantagem de 2-5 no segundo set para vencerem Maxime Chazal e Clement Larriere, por 6-0 e 7-5.

Cláudia Gaspar e Daniella Silva falham decisão feminina

A jogar pelo acesso à final, mas do quadro feminino, estavam Cláudia Gaspar e Daniella Silva, que não conseguiram resistir à espanhola Cristina Bucsa (semifinalista em singulares) e à japonesa Ramu Ueda e perderam, por 6-0 e 6-3, em 57 minutos.

Do outro lado do campo na final, que está marcada para o início da tarde deste domingo, estarão as terceiras cabeças de série, Montserrat Gonzalez (Paraguai) e Laura Pigossi (Brasil), que derrotaram Quirine Lemoine e Tara Moore por 6-2 e 6-3.

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegaram o padel e o squash. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."