Cinco portugueses na luta pela presença nas finais de pares do Porto Open

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Cláudia Gaspar e Daniella Silva foram as figuras do dia na variante de pares | Fotografia: Ricardo Pereira Junior

PORTO – Quatro meias-finais, cinco jogadores portugueses. Há entrada para o sétimo dia, continua viva a esperança de contar com tenistas da casa em algumas das decisões do Porto Open. Neste momento, ainda pode acontecer, aliás, em todos os quadros.

Porque se em singulares femininos a vice-campeã de 2016, Inês Murta, está nos quartos de final, em singulares masculinos Nuno BorgesTiago Cação estão na mesma etapa.

É, no entanto, em pares que a presença nacional é maior: no quadro masculino, está desde já garantida a presença de pelo menos um jogador na final, Fred Gil e o austríaco David Pichler (primeiros cabeças de série) derrotaram Samuel Bensoussan e Jerome Inzerillo por 6-1 e 6-4 e vão medir forças com Nuno Borges e Francisco Cabral (terceiros), responsáveis pela eliminação de Tiago Cação e o brasileiro Gabriel Ciro da Silva, com 6-2 e 6-2.

No quadro feminino, Cláudia Gaspar e Daniella Silva derrotaram as segundas cabeças de série, Sarah Beth Grey e Erika Vogelsang, por 6-4, 3-6 e 10-4, e vão defrontar Cristina Bucsa e Ramu Ueda.

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegaram o padel e o squash. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."