Emanuel Couto em entrevista: a Suécia, as mudanças na Taça Davis e a equipa portuguesa

Emanuel Couto
Fotografia: Fernando Correia/Federação Portuguesa de Ténis

Portugal ficou a saber no último sábado que terá a Suécia como primeiro adversário na edição de 2018 da Taça Davis. A eliminatória está marcada para os dias 6 e 7 de abril e o vencedor garante a qualificação para o play-off de acesso ao Grupo Mundial.

A precisamente dois meses dessa eliminatória, fomos até ao Clube de Campo Quinta da Moura para falar com uma das principais figuras responsáveis pelo rumo da seleção portuguesa, Emanuel Couto.

O ex-jogador e agora treinador fez a antevisão da eliminatória frente à equipa sueca, falou das novas alterações na Taça Davis e de como Portugal pode vir a beneficiar delas, abordou o espírito de equipa vivido pela seleção e ainda o orgulho e compromisso que cada jogador tem quando veste as cores de Portugal.

“São um adversário forte pois derrotaram a Ucrânia na Ucrânia, mas acho que nós temos mais do que armas e jogadores para ganhar à Suécia. De qualquer forma é a Taça Davis e já por várias vezes houve situações em que o ranking pouco contou”, disse sobre o confronto contra a Suécia.

Sobre as alterações, Emanuel Couto afirma que mudam completamente a “estrutura” da eliminatória, mas que acabam por nem prejudicar Portugal a este nível. “Foram alterações grandes que mudaram completamente o formato e que mexem com a estrutura do que era uma eliminatória da Taça Davis. Atendendo à divisão em que estamos, acho que não somos minimamente prejudicados e até acho que somos das boas seleções que há”, contou.

Entre outros temas, o treinador do Clube de Campo Quinta da Moura falou da fidelidade dos jogadores em relação à causa portuguesa. “Nenhum jogador até hoje recusou a convocatória para uma eliminatória. Para nós é um sentimento muito bom e que tem toda a importância na eliminatória. Quem pensa assim chega a um encontro a querer dar tudo para conseguir a vitória e é esse espírito que nós sempre quisemos”, afirmou.

Estes e muitos outros temas de uma agradável conversa para serem ouvidos na entrevista completa:

Francisco Semedo
A tirar a licenciatura em Turismo na Universidade Europeia, desde cedo se interessou pelo ténis. Começou aos 9 e desde então tem um olhar atento e constante de tudo o que se passa naquela que considera ser a melhor modalidade a todos os níveis.