Depois de Roma e Wimbledon, Karolina Pliskova chega à final de Montreal

A participação nos Jogos Olímpicos não lhe correu particularmente bem, mas Karolina Pliskova conseguiu deixar para trás a passagem pelo Japão e em Montreal reencontrou a boa forma de Wimbledon (onde disputou a segunda final da carreira em torneios do Grand Slam), tendo carimbado o apuramento para mais uma decisão ao superar Aryna Sabalenka por 6-3 e 6-4.

A tenista checa causou muitas dificuldades com a resposta à bielorrussa, deixando Sabalenka desconfortável em court. Pliskova aproveitou logo a primeira oportunidade que teve para quebrar o serviço da adversária e se adiantar numa fase ainda muito precoce do primeiro set. Tanto a checa como a bielorrussa tiveram oportunidades para chegar ao break, mas a quebra de serviço madrugadora de Pliskova prevaleceu até à reta final do parcial. Nessa altura, a número seis mundial pressionou Sabalenka e a bielorrussa, que servia para se manter no set, voltou a ceder o serviço.

Na segunda partida, Pliskova continuou a servir bem e a castigar as segundas bolas de Sabalenka tanto quanto possível, mas foi a número três do ranking WTA a primeira a avançar para a quebra de serviço. A liderar por 4-3 e com a hipótese de fazer o 5-3, Sabalenka não foi capaz de levar a sua avante. Os três jogos seguintes foram ganhos de forma consecutiva por Pliskova, que consumou a reviravolta no set e a vitória em apenas dois parciais.

Apurada para a final de um dos maiores eventos no pré-US Open, Karolina Pliskova está agora à espera de conhecer a próxima adversária. A checa vai medir forças com Camila Giorgi ou Jessica Pegula, duas tenistas perante as quais tem tido dificuldades nos últimos meses. No caso de Pegula, Pliskova nunca conseguiu vencer a norte-americana.

Notícia atualizada pela última vez às 20h16.

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