Novak Djokovic: “Sinto-me terrível. O meu jogo desapareceu”

O sérvio Novak Djokovic foi esta sexta-feira relegado para os encontros de terceiro e quarto lugares nas duas competições em que participa nos Jogos Olímpicos de Tóquio: a de singulares masculinos e a de pares mistos. Em conferência de imprensa, o líder do ranking mundial abordou o desaire diante de Alexander Zverev e não escondeu a tristeza.

“Sinto-me terrível. O meu jogo desapareceu”, começou por dizer Djokovic, que viu fugir a oportunidade de chegar ao Golden Slam. “Eu simplesmente parei. Deixei que ele ditasse o ritmo, a minha percentagem de primeiros serviços estava baixa. A este nível, com a pressão de jogares pelo teu país nos Jogos Olímpicos…”, acrescentou.

O tenista de 34 anos abordou ainda a questão física e emocional, tendo destacado que não chegou a Tóquio fresco, mas que ainda assim tinha uma enorme vontade de vencer. “Eu não cheguei aqui fresco. Cheguei emocionalmente desgastado, mas muito motivado e com um grande desejo de vencer uma medalha para o meu país. Espero usar pelo menos uma das oportunidades amanhã [sábado], finalizou.

Este sábado, Novak Djokovic pode conseguir ainda levar duas medalhas para casa. Apesar de estar arredado da luta pelo ouro ou pela prata, o sérvio pode levar o bronze quer nos singulares masculinos, quer nos pares mistos. Em singulares, Djokovic mede forças com o espanhol Pablo Carreño Busta e, nos pares, junta-se novamente à compatriota Nina Stojanovic para defrontar os australianos John Peers e Ashleigh Barty.

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