Djokovic volta a impor-se com autoridade em dia de extremos para os russos

À semelhança do que aconteceu nas três rondas anteriores, Novak Djokovic voltou a somar uma vitória autoritária — desta vez por 6-2, 6-4 e 6-2 sobre Cristian Garín — para agarrar um dos lugares nos quartos de final de Wimbledon, que serão os 50.ºs da carreira para o número um mundial em torneios do Grand Slam. As primeiras horas desta Manic Monday também foram de festa para Karen Khachanov, mas o compatriota Andrey Rublev foi surpreendido e despediu-se do All England Club.

À procura do título que lhe permita igualar os arquirrivais Roger Federer e Rafael Nadal na contagem de troféus Major, o sérvio de 34 anos “disparou” 28 winners e quebrou o serviço ao adversário chileno por cinco vezes para somar a 18.ª vitória consecutiva na relva de Wimbledon. Nos quartos de final, Djokovic vai defrontar a grande surpresa do dia: Marton Fucsovics, que se tornou no primeiro tenista húngaro a alcançar os quartos de final de Wimbledon desde 1948 graças a uma louvável vitória por 6-3, 4-6, 4-6, 6-0 e 6-3 sobre Andrey Rublev, um jogador que o tinha derrotado por três vezes só este ano.

Em contraste com o compatriota, Karen Khachanov conseguiu somar uma das vitórias mais importantes da carreira num encontro que ganhou contornos épicos. Vigésimo quinto cabeça de série, o russo escapou por pouco ao tie-break decisivo (que desde 2019 se joga quando o quinto parcial atinge a igualdade a 12 jogos) e superou Sebastian Korda por 3-6, 6-4, 6-3, 5-7 e 10-8 após 3h49. Segue-se Denis Shapovalov, que levou a melhor sobre Roberto Bautista Agut com os parciais de 6-1, 6-3 e 7-5.

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