Gonçalo Oliveira despede-se dos singulares no CIF: “Mesmo perdendo não saí insatisfeito com o nível”

Beatriz Ruivo/Lisboa Belém Open

LISBOA — Após a derrota em singulares, e ainda antes do apuramento para a meia-final na variante de pares, Gonçalo Oliveira passou pela sala de imprensa do Lisboa Belém Open, onde avaliou não só a sua prestação nesta quinta-feira, mas o seu percurso em singulares no torneio.

Sobre o desaire frente ao cazaque Dmitry Popko, o portuense aceitou a superioridade do opositor. “Ele está a jogar muito bem, muito sólido e era difícil jogar contra ele assim. As bolas voltavam todas”. As abordagens para inverter o rumo dos acontecimentos foram muitas, mas sem efeitos práticos. “Tentei variar. Colocar bolas mais altas, entrar dentro do court, fazer slices para ver se ele vinha para a frente e eu abria do outro lado ou se o puxava para trás, mas nenhuma funcionou”, analisou o tenista de 25 anos, lamentando apenas um 0-40 de que dispôs a 2-4 no 1º set, ainda que os esses pontos “tenham sido todos bem jogados, não posso dizer nada”.

Focado agora na variante de pares, onde entretanto carimbou o acesso às meias-finais, o número cinco nacional fez um balanço positivo do wild card recebido para o torneio. “Joguei um bom ténis, fiz bons encontros. Hoje mesmo perdendo não saí do court insatisfeito com o nível, mesmo tendo coisas para melhorar”.

Gonçalo Oliveira volta ao court nesta sexta-feira logo a abrir o dia no Estádio CIF, ao lado do seu amigo Roberto Cid Subervi. Pela frente terão os portugueses Nuno Borges e Francisco Cabral, pelo que há a garantia de pelo menos um português na final de sábado. Individualmente, em Portugal, espera “jogar na Maia no final do ano, se tudo correr bem, se a Covid deixar”.

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