“Sem querer soar arrogante”, Djokovic disse o que todos viram: ainda não jogou o seu melhor

Depois de um US Open para esquecer, Novak Djokovic recompôs-se e saiu de Roma como tinha chegado a Nova Iorque: só com vitórias e, neste caso, um 36.º título-recorde em torneios Masters 1000. Agora, segue-se uma edição de Roland Garros diferente, adiada pelo coronavírus, e o sérvio parte para Paris com a ambição de vencer.

No rescaldo da passagem pela cidade eterna, onde recuperou vários argumentos para ser considerado um dos grandes favoritos ao título na cidade da luz (e do amor), o número um mundial disse o que todos viram: “Não quero parecer arrogante, mas não joguei o meu melhor ténis. Ainda tenho algumas coisas a melhorar e vou precisar de o fazer para conseguir um bom resultado em Roland Garros.”

Campeão em 2016, ano em que conquistou o Career Grand Slam, Djokovic quer recuperar em Paris o terreno perdido em Nova Iorque e atacar o 18.º título em torneios Major, que lhe permitiria ficar a um do registo de Rafael Nadal — o eterno favorito em Roland Garros… — e a dois do recorde de Roger Federer, que detém outro recorde que o sérvio está agora mais perto de alcançar.

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