Supervisor do US Open explica: “Não havia outra opção senão desqualificar o Djokovic”

Não havia margem para outro cenário: foi essa a mensagem que o supervisor do US Open, Soeren Friemel, deixou depois de desqualificar Novak Djokovic na sequência do incidente do tenista sérvio, que atingiu a garganta de uma juíz de linha com uma bola.

“Numa situação como esta é muito importante certificarmo-nos de que temos 100% de certeza do que aconteceu, sobretudo porque eu estava no gabinete de supervisão. Depois de ouvir dei ao Novak Djokovic a possibilidade de explicar o seu ponto de vista, e tendo em conta que a bola foi batida com raiva e que foi direta à garganta da juíz de linha, que ficou claramente magoada e aflita, tomámos a decisão de o desqualificar”, começou por explicar, em conferência de imprensa.

“A intenção é uma parte essencial da discussão, mas há dois fatores a ter em conta: a ação e a consequência. E apesar de não ter existido intencionalidade, a juíz de linha ter ficado magoada foi o fator essencial. Em qualquer violação do código de conduta há discrição da parte do árbitro e do supervisor, mas neste caso não havia outra opção senão desqualificar o Novak, porque os factos eram muito claros”, acrescentou o responsável pela decisão.

Em atualização…

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