WTA de Palermo pede “exceção” ao governo italiano para conseguir receber Halep

O ténis em Itália ganhou um novo fôlego com a surpreendente revelação de que a cidade de Palermo irá receber o primeiro torneio da retoma da atividade do circuito mundial feminino (WTA), mas uma decisão tomada esta sexta-feira pelo governo italiano pode deitar por terra parte das aspirações dos responsáveis pelo Palermo Ladies Open (3 a 9 de agosto).

De manhã, as autoridades de saúde italianas decretaram uma quarentena obrigatória de 15 dias para todos os visitantes que cheguem da Roménia e da Bulgária, uma decisão que coloca em risco a viagem de Simona Halep, número dois do mundo e grande estrela do torneio.

Por isso, Oliviero Palma, diretor do Palermo Ladies Open, aprontou-se a pedir uma exceção ao ministro da saúde, Roberto Speranza, alegando que “o protocolo da WTA é suficientemente rigoroso para garantir a segurança de todos os envolvidos.”

Para além de Palermo, Simona Halep também tem prevista a participação no torneio de Praga, na República Checa, sendo cada vez mais improvável a sua viagem até aos Estados Unidos da América, para disputar o US Open.

É precisamente para o continente norte-americano que estão agendados os seguintes torneios: a realização do Citi Open, em Washington, de 3 a 9 de agosto continua em suspenso (mas é cada vez mais improvável, uma vez que a vertente masculina já foi cancelada), enquanto o WTA de Lexington (uma estreia no calendário, de 10 a 16 de agosto), o Premier de Cincinnati (transferido para Nova Iorque, de 21 a 28 de agosto) e o US Open (também em Nova Iorque, mas entre 31 de agosto e 12 de setembro) continuam de pé.

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