Francisca Jorge: “Estou a conseguir fazer mais coisas e isso demonstra que estou a evoluir

Beatriz Ruivo/FPT

FIGUEIRA DA FOZFrancisca Jorge continua a demonstrar dentro do campo as razões que fazem dela a melhor tenista portuguesa da atualidade e este sábado qualificou-se para a quarta final em quatro semanas desde o regresso à competição, três delas nas três etapas do novo Circuito Sénior da Federação Portuguesa de Ténis.

A 14.ª vitória em 15 encontros foi conseguida frente a Ana Filipa Santos, com uma prestação que deixou a tenista de 20 anos satisfeita: “Estive bem. Joguei para ganhar e mereci. Houve momentos mais sofridos, mas consegui ultrapassá-los e estive mais positiva durante o encontro, que era um dos meus objetivos para hoje. Ontem tive muitos momentos em que me critiquei e isso apoderou-se da minha cabeça e fez-me ter maus pensamentos, mas hoje já estive melhor. Tive mais discernimento.”

Com o objetivo de “jogar mais solta e sem pensar tanto no resultado, mas sim no processo e na evolução”, Francisca Jorge revelou-se satisfeita com o progresso que tem verificado ao longo das últimas semanas: “Normalmente não gosto de me sentir muito bem, porque quando uma pessoa se sente muito bem acomoda-se e pode pensar que já não precisa de melhorar. Depois apanha jogos mais duros e pensa que vai ser fácil, que foi um pouco o que senti ontem. Pensei que era superior, mas depois as coisas começaram a fugir e não me senti tão confortável. Mas tenho-me sentido melhor, estou a conseguir fazer mais coisas e isso demonstra que estou a evoluir.”

Na grande final de domingo, a jogadora do Centro de Alto Rendimento da Federação Portuguesa de Ténis vai ter pela frente a mesma adversária que enfrentou nas duas finais anteriores do Circuito Sénior FPT: Inês Murta, que este sábado superou Maria Inês Fonte para conquistar o 10.º triunfo em 11 encontros realizados desde que regressou à competição.

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