João Sousa quer jogar o US Open, mas alerta para as injustiças que o regresso pode causar

Com presença garantida no quadro principal, João Sousa quer viajar para Nova Iorque e jogar o US Open, mas deixou um alerta para as injustiças que o regresso dos circuitos internacionais, anunciado esta quarta-feira, pode causar.

“Gostaria de jogar o US Open, mas há alguns pontos que deveriam ser analisados. Espero que essas condições possam ser melhoradas, no sentido de que todos tenhamos as condições necessárias para voltar à normalidade, dentro do possível, e competir em segurança”, disse o número um nacional à Lusa.

Em Lisboa a preparar o regresso à competição, que acontecerá a partir de quarta-feira na primeira etapa do Circuito Sénior FPT, o jogador vimaranense referiu que “há algumas condições que não vão ser fáceis de aceitar”, acrescentando que “muitos dos jogadores não estão a favor dessas condições, nomeadamente a atribuição de pontos para o ranking, que não acho justo visto que nem todos têm oportunidade de somar pontos e subir na hierarquia.”

Tal como João Sousa, também Pedro Sousa tem garantida a entrada direta no quadro principal do US Open e manifestou ao Raquetc a vontade de atravessar o Atlântico para ir a jogo pela primeira vez na grelha mais importante do Grand Slam nort-americano.
Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a histórias, a recordes. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais — por isso depois chegaram o padel, o ténis de mesa e o squash. E assim cá estamos, no Raquetc ("raquetecétera"). Como escreveu Pessoa, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."