Planos para o US Open incluem testes à Covid-19 e voos charter

Os planos para a realização do US Open continuam em desenvolvimento, apesar de ainda não existirem decisões finais. Dentro dos atuais cenários a ser considerados estão medidas como voos charter para os jogadores e as suas equipas e testes à Covid-19 antes dos tenistas viajarem.

“Tudo isto é ainda incerto. Ainda não tomamos quaisquer decisões”, relembrou Stacey Allaster, diretora executiva da Associação de Tenistas dos Estados Unidos (USTA) para o ténis profissional, numa entrevista telefónica à Associated Press. O quadro principal do US Open está programado para começar no dia 31 de agosto e, caso a USTA decida avançar com a prova, esta será realizada no mesmo recinto e na mesma data de sempre.

“Continuamos a estar 150% focados em montar um ambiente seguro para receber o torneio no Billie Jean King National Tennis Center, em Nova Iorque, nas nossas datas. As nossas equipas acordam a pensar nisso”, afirmou. Allaster reconheceu que existe a “responsabilidade de procurar um local alternativo”, mas que isso não está nos planos imediatos.

Em relação a um anúncio oficial, Stacey Allaster foi perentónia: “entre o meio e o fim de junho”. Para além disso, a membro da USTA disse não ter dúvidas de que todos “concordariam com os princípios fundamentais” no que diz respeito à proteção de todos e ao cumprimento das normas de higiene, numa altura em que o ténis não tem qualquer protocolo para a situação de pandemia.

Outras mudanças a serem consideradas pela organização incluem a presença de apenas adultos enquanto apanha-bolas, deixando de parte as crianças. A organização admite também considerar encontros à melhor de três sets no quadro masculino, se os jogadores demonstrarem essa vontade.

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