Pedro Sousa e João Domingues com sortes conhecidas no qualifying do US Open

Millennium Estoril Open

Os portugueses Pedro Sousa e João Domingues ficaram este domingo a conhecer o sorteio da fase de qualificação do US Open, o último Grand Slam da temporada.

Em Flushing Meadows, os tenistas portugueses não têm uma tarefa fácil em mãos. No dia em que conquistou o sétimo título Challenger da carreira, Pedro Sousa ficou a saber que vai estrear-se em solo norte-americano frente ao checo Jiri Vesely, atual número 142 mundial mas que em abril de 2015 ocupou a 35.ª posição da hierarquia. O saldo entre ambos é favorável ao tenista luso, que venceu o único encontro que disputara. Em agosto de 2018, no Challenger de Pullach, Pedro Sousa tinha perdido o primeiro set por 5-7 e liderava o segundo por 5-2 quando Vesely se retirou, em jogo dos quartos de final da prova.

Em caso de vitória, o tenista lisboeta defrontará o 23.º cabeça de série, Jason Jung (129.º ATP) ou o ex-número 38 do Mundo, Donald Young. O sorteio para o tenista de 31 anos projeta ainda um possível confronto com Paolo Lorenzi, que há cerca de dois anos era o número 33 do Mundo, na terceira e última ronda.

No que toca a João Domingues, o tenista natural de Oliveira de Azeméis vai fazer a estreia diante do veterano Aleksandr Nedovyesov (225.º ATP), que em 2014 chegou a ocupar o 72.º lugar da hierarquia mundial. Este será o primeiro encontro entre ambos.

Caso a estreia seja bem sucedida, Domingues vai depois medir forças com o vencedor do confronto entre o espanhol Bernabe Zapata Miralles (228.º ATP) e o russo Evgeny Donskoy, antigo número 65 do Mundo. Por último, e caso chegue à terceira ronda, o português poderá vir a medir forças com o tunisino Malek Jaziri, que no passado mês de janeiro ocupava o 42.º lugar do ranking ATP.

A representar o ténis português no quadro principal até ao momento está apenas João Sousa, que teve uma vez mais entrada direta no Grand Slam cujo seu melhor resultado é a quarta ronda alcançada na época passada.

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Adepto do desporto em geral mas com especial carinho pela "bolinha saltitona". O bichinho surgiu ainda Rafael Nadal não tinha mangas e não mais saiu. Chegada a oportunidade de me juntar ao Raquetc, juntamente com a minha ambição de ser jornalista, foi fácil aceitar juntar-me à equipa.