Gastão Elias e Frederico Silva com percursos conhecidos em Sopot

Fotografia: Margarida Moura/Federação Portuguesa de Ténis

Concluídas as participações em Tampere, na Finlândia, e em Praga, na República Checa, Gastão Elias e Frederico Silva estão de malas feitas para território polaco, onde representam as cores lusas no Challenger de Sopot, evento disputado sobre terra batida que distribui 92.040€ em prémios monetários, para além dos 100 pontos ATP atribuídos ao vencedor.

Gastão Elias, que não foi além dos oitavos de finais em solo nórdico, não teve um sorteio muito seu amigo: vai ter um adversário de peso logo na primeira eliminatória, detentor de um considerável currículo. Trata-se do cazaque Andrey Golubev, de 32 anos, que apesar de atualmente ocupar a modesta 570.ª posição, já pertenceu ao restrito top-40 ATP (foi 33.º mundial em 2010).

No seu palmarés, conta ainda com a presença em três finais do circuito principal, tendo mesmo erguido o troféu do prestigiado torneio de Hamburgo, em 2010, com a categoria de ATP 500. Caso a vitória lhe sorria, o lourinhanense vai medir forças com o checo Zdenek Kolar, em encontro alusivo à segunda ronda.

Já Frederico Silva, semifinalista (pela primeira vez nos últimos três anos) em Praga, também enfrentará um tenista de leste: o russo Aslan Karatsev, que já atingiu o 153.º posto e que é neste momento 331.º classificado. Este será o segundo encontro entre ambos, sendo que o caldense procura vingar-se do triunfo do nórdico, resolvido em três sets, no ano de 2016. Caso o tenista luso supere a ronda inaugural, este irá encarar o italiano Lorenzo Giustino, que defende o estatuto de quinto pré-designado.

A representação lusa surge também na República Checa, ao cargo de Pedro Sousa (em dúvida, depois de ter desistido em plena meia-final em Tampere com uma lesão na perna direita) e de João Domingues, enquanto Gonçalo Oliveira atua em terras orientais, no Challenger de Chengdu.
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