Falcão e Dias entre os apurados para a última ronda do qualifying do Porto Open

Fotografia: Margarida Moura/Federação Portuguesa de Ténis

PORTO — A pintura ainda não foi aplicada em todos os courts e há remendos por fazer, mas a espera terminou: já se joga nos novos campos de piso rápido do Complexo Desportivo do Monte Aventino e a 20.ª edição do Porto Open conheceu esta segunda-feira os primeiros vencedores, com oito jogadores “da casa” a avançarem para a última ronda da qualificação.

O primeiro a fazê-lo foi Daniel Rodrigues, o vice-campeão nacional absoluto de 2017, que com os parciais de 6-2 e 6-1 aplicou uma espécie de corretivo ao 10.º favorito, Arthur Bernabe.

Não muito depois, e já no court central do complexo, Gonçalo Falcão venceu um duelo 100% luso frente a Bernardo Gandara (por 6-1 e 6-0) para avançar. Como ele, também Francisco Dias (segundo cabeça de série, 6-4 e 6-3 ao russo Alexander Chepik), Afonso Salgado (quarto, derrotou Bernardo Roque por 7-6[4] e 6-2), Diogo Marques (6-2, 3-6 e 10-7 ao sétimo favorito, Sizya Kivanda) e Simão Alves (6-1 e 6-2 sobre Salvador Salema) venceram naquele palco, enquanto Hugo Maia (6-2 e 6-1 para Daniel Cukierman) e Manuel Almeida (6-1 e 6-3 para Romain Bauvy) ficaram pelo caminho.

A jornada inaugural desta edição do Porto Open ainda contou com mais dois triunfos lusos: Paulo Fernandes derrotou Afonso Portugal por 6-2 e 6-1 e Tiago Torres superou Noah Berry por 7-5, 3-6 e 10-6.

Já no qualifying feminino, que por razões logísticas está a ser disputado nos recém inaugurados campos do Club Sportivo Nun’Alvares, verificaram-se quatro baixas: Sofia Pinto perdeu por 6-1 e 6-3 para Irys Ekani, Rosário Louro por 6-0 e 6-0 para Anastasiya Poplavska, Madalena Amil por 6-2 e 6-0 para Almudena Sanz-Llaneza Gernandez e Madalena Peneda por 6-0 e 6-0 para Shrivalli Rashmikaa Bhamidipaty.

Na jornada de terça-feira repete-se a “receita”: a fase de qualificação masculina será concluída no Monte Aventino, enquanto os últimos duelos do qualifying feminino se discutem no Club Sportivo Nun’Alvares. Depois, na parte da tarde, têm início os quadros de pares — e novamente distribuídos por géneros entre os dois clubes.

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