Começou bem, mas acabou mal. Gonçalo Oliveira esteve a um set de entrar da melhor forma no Challenger de Alicante, realizado na Juan Carlos Ferrero Academy, mas não conseguiu transpor essa vantagem para os parciais seguintes e acabou assim por ser eliminado ao encontro de estreia.
O tenista portuense de 24 anos de idade, atual número 284 mundial do ranking individual e último jogador com entrada direta na prova espanhola, começou bastante bem o duelo luso-italiano frente ao mais cotado Lorenzo Giustino (167.º ATP) mas, numa contenda que foi ontem interrompida ao final da tarde já depois da vitória no segundo set por parte do transalpino, não foi capaz de dar o melhor seguimento posteriormente e ficou assim pelo caminho por intermédio dos parciais de 3-6, 6-4 e 6-3.
Embora se tratasse de um teste de fogo, o filho e pupilo de Abílio Oliveira voltou a provar que se pode bater com grande parte dos oponentes deste circuito e apresentou-se particularmente a um muito bom nível numa primeira parte do embate frente ao seu mais cotado adversário e tal valeu-lhe a conquista da primeira partida. Contudo, o transalpino “não atirou a toalha ao chão” e lutou pela recuperação, que assistiria ao seu primeiro capítulo ainda ontem, com o triunfo no segundo parcial, e seria consumada já esta manhã no terceiro e decisivo set.
Posto isto, Gonçalo Oliveira abandona a variante de singulares sem quaisquer pontos para a hierarquia pela segunda semana consecutiva (já havia sido derrotado na estreia no Challenger de Saint-Brieuc, em França); porém, mantém-se na cidade valenciana em virtude de ter ainda a competição de pares por disputar, na qual alinha ao lado do sérvio Nikola Milojevic.