Dois campeões nacionais entre os novos “Masters” do circuito juvenil

Masters Juvenil FPT 2018
Fotografia: Fernando Correia/FPT

Uma manhã, seis campeões. A segunda edição do Masters Juvenil FPT concluiu-se este domingo no Complexo Desportivo do Jamor com as finais de todos os escalões, que deram a conhecer os novos detentores dos troféus. Entre eles, há dois jogadores que em 2018 também se sagraram campeões nacionais.

Em sub 12, a vice-campeã nacional Milana Ivantsiv, do Clube de Ténis de Sassoeiros, levou a melhor sobre Jéssica Para (CT Portimão e Rocha) por claros 6-1 e 6-1 para ficar com o título. No quadro masculino, a vitória sorriu a Salvador Monteiro, da Escola de Ténis da Maia, que se impôs a Diego Fernandéz (das Olaias) por 7-5 e 6-1.

Foi no escalão de sub 14 que os campeões nacionais conseguiram arrecadar mais um troféu: vinda do Clube de Ténis de Guimarães, Matilde Jorge levou a melhor sobre Matilde Morais (5-7, 6-1 e 6-3), do CAD, para revalidar o título conquistado há um ano, enquanto Henrique Rocha (da Escola de Ténis da Maia) derrotou Daniel Ivanov (do Clube de Ténis de Tavira) por 6-3 e 6-1 na final masculina.

No escalão de sub 16, Mafalda Guedes (da ET Maia) venceu uma final de sentido único perante Maria André (do CETO), com 6-0 e 6-3, para se sagrar campeã. A lista de campeões fecha-se com o nome de Tiago Gomes, do Clube de Ténis do Paço do Lumiar, que conseguiu a desforra da final do campeonato nacional ao bater Tomás Luís (Clube de Ténis de Faro) pelos parciais de 6-4 e 6-4.

Daqui a cinco dias o ténis regressa ao Complexo Desportivo do Jamor, onde terá lugar a primeira edição do Masters do Circuito Sénior e Sub18 — um torneio nos mesmos moldes mas dedicado, como o nome indica, aos juniores e seniores.

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegaram o padel e o squash. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."