Djokovic sublinha que está a “começar a jogar melhor”

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Fotografia: Roland Garros

Não foi uma exibição de encher o olho, longe disso, mas Novak Djokovic fez o que lhe competia esta segunda-feira, no duelo com o brasileiro Rogério Dutra Silva, na primeira eliminatória da 122.ª edição de Roland Garros.

A principal prioridade do tenista sérvio neste momento é recuperar a sua melhor forma física e conseguir jogar sem ser assombrado pelos problemas no cotovelo direito que há uns meses o impediam de jogar sem receio.

“Estou a começar a jogar melhor. Sinto que nas últimas duas semanas não pensei demasiado sobre o cotovelo e estou a jogar sem dores, o que é o mais importante neste momento. [Hoje] Joguei o suficiente para vencer”, destacou o antigo número 1 mundial, citado pelo site do ATP World Tour.

O triunfo de Djokovic ante Dutra Silva ficou definido com parciais de 6-3, 6-4 e 6-4. “Um bom teste”, nas palavras do tenista natural de Belgrado. “Tive alguns momentos bons no jogo e outros menos bons, mas foi suficiente para uma primeira ronda. Foi um bom teste”, resumiu.

O 12 vezes campeão de torneios do Grand Slam preparou Roland Garros em Monte Carlo, Barcelona, Madrid e Roma, tendo sido precisamente na cidade eterna que alcançou o melhor resultado (e nível exibicional) nesses quatro eventos, ao chegar às meias-finais.

“O nível de jogo tem aumentado gradualmente. Creio que comecei bem no Mónaco, mas não joguei tão bem em Barcelona e Madrid. Já em Roma estive a um nível muito bom e, honestamente, foi refrescante somar aquelas quatro vitórias. Vou tentar manter aqui as boas sensações que trouxe de lá”, indicou.

Para consolidar este bom momento que atravessa, Novak Djokovic precisará de derrotar Jaume Munar, o jovem espanhol de 21 anos que na jornada de hoje superou o sempre aguerrido David Ferrer, na segunda ronda do mais importante torneio de ténis jogado em terra batida.

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