Julien Benneteau: “Lutei e dei tudo o que tinha. Estou orgulhoso”

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Fotografia: Corinne Dubreuil/FFT

A 106.ª edição do Australian Open foi a última em que Julien Benneteau participou, pelo menos enquanto tenista profissional. O francês de 36 anos despediu-se este sábado do torneio australiano e o responsável foi o italiano Fabio Fognini, que saiu vitorioso no quinto e decisivo set (3-6, 6-2, 6-1, 4-6 e 6-3). Mas Benneteau deixa Melbourne Park sem mágoa e satisfeito com o seu desempenho, pois quem dá o que tem a mais não é obrigado.

“Estou orgulhoso da minha campanha. Cheguei à terceira ronda, só perdi cinco sets contra Fabio Fognini na Hisense Arena, e fui ovacionado no final. Eu lutei muito e dei tudo o que tinha. Joguei com as minhas armas, com o coração, cabeça e pernas, tentando conjugar tudo para o derrotar. Não foi suficiente porque ele esteve melhor nos momentos importantes”, analisou o antigo 25.º posicionado do ranking, em declarações ao L’Équipe.

Depois de dois sets para cada lado, Benneteau admitiu que não teve argumentos na quinta partida. “No geral, ele esteve um pouco melhor. Não tive oportunidades no quinto set, onde ele serviu melhor do que eu. Tentei mas à melhor de cinco sets é muito difícil. [Condições] A Hisense [Arena] é muito lenta e Fognini é muito rápido, pelo que era muito mais difícil para mim ganhar os pontos mais longos”, constatou.

Julien Benneteau, de 36 anos, nunca passou da terceira ronda do quadro de singulares do primeiro Grand Slam da época, mas alcançou os quartos de final da competição de pares masculinos em 2007, ao lado de Nicolas Mahut.

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