Jornalista espanhol está a reunir fundos para publicar um livro sobre Federer e Nadal

Chama-se David Sánchez, tem 21 anos e é jornalista freelance. Atualmente, colabora com a Rádio MARCA, o Sphera Sports e a versão espanhola do Huffington Post, acompanhando no terreno várias etapas do circuito. Como é exemplo o Mutua Madrid Open, onde seguiu de perto vários encontros ao nosso lado.

Agora, e depois de uma temporada de 2017 marcante para a rivalidade Roger FedererRafael Nadal (ou, como se diz na gíria, “Fedal”), decidiu escrever um livro. “Sentir el tenis” é a obra que está a reunir fundos para poder “ganhar vida” e chegar às bancas.

Lançada na plataforma Libros.com, a campanha de crowdfunding pretende obter 4.000€, que permitirão a David Sánchez fazer chegar aos fãs de ténis “uma revisão exaustiva da temporada de 2017 através de dois nomes: Rafael Nadal e Roger Federer”. A esse relato far-se-ão acompanhar algumas das colunas publicadas em meios de comunicação e outras inéditas.

Nas palavras do autor, “o espanhol e o suíço voltaram a estar em forma numa temporada brilhante para duas raquetes que não perdem a sintonia e este livro procura ser uma memória perfeita da época de 2017, oferecendo um olhar analítico e diferente através de narrativas breves mas cheias de significado.”

Os interessados em ajudar têm à sua disposição várias opções: por 20€, receberão um livro em papel com o respetivo nome numa das páginas de cortesia; por 30€, acresce-se à “oferta” anterior uma versão em Ebook e uma dedicatória e autógrafo do autor; Há muita outras opções disponíveis, entre as quais uma que possibilita o envio de uma impressão da ilustração feita por Alba Ruiz Morales, baseada na celebração dos dois tenistas durante a Laver Cup.

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a histórias, a recordes. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais — por isso depois chegaram o padel, o ténis de mesa e o squash. E assim cá estamos, no Raquetc ("raquetecétera"). Como escreveu Pessoa, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."