João Monteiro: “É uma sensação muito boa poder jogar a um domingo na minha cidade”

PORTO – João Monteiro está na final do Porto Open pela primeira vez na carreira. A jogar em casa, o tenista português de 23 anos somou este sábado a sua quarta vitória consecutiva e ganhou direito a disputar a decisão do maior torneio da cidade invicta pela primeira vez.

Depois de conseguir a vitória sobre Makoto Ochi, um jogador que já lhe tinha causado dificuldades, Monteiro falou com o RAQUETC e comparou o encontro deste sábado com o das meias-finais da Quinta da Marinha, em que a vitória sorriu ao nipónico. “Entrei mais preparado para o jogo e joguei muito bem taticamente. E ele acabou a provar do próprio veneno porque a certa certa altura tive de adotar a estratégia dele, porque não dava para atacar todas as bolas.”

Em claro controlo da meia-final até ao 6-1, 5-3, João Monteiro ficou contente com a forma como entrou no jogo e recuou quando tinha de recuar, apelidando de “taticamente perfeito” esse começo do encontro. “Depois comecei a precipitar-me um pouco mais mas ele ainda salvou dois match points e no tiebreak o jogo acabou por sorrir para mim.”

Em busca do quarto título da carreira — que, a acontecer, será o quarto em Portugal e o segundo num torneio de 25.000 dólares, depois de já este ano ter ganho o Open de São Domingos –, o número 342 do mundo diz ser “uma sensação muito boa poder jogar a um domingo na minha cidade” e avisa: “Claro que não é para ficar por aqui. Agora é ir até ao fim e tentar jogar em casa.”

Sobre Javier Marti, o tenista que terá pela frente na final deste domingo e contra o qual tem uma vitória e uma derrota, garante que “será um encontro bem mais interessante para o público do que o de hoje, que foi bastante mais tático. O Marti é um jogador que joga muito bem, tem muita intensidade e já foi 170.º do ranking. Tem pancadas muito boas dos dois lados e é um especialista em terra batida, por isso será certamente um bom jogo.”
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