Lena Couto e João Dinis Silva são os campeões nacionais de sub 12

A Vilamoura Tennis Academy, no Algarve, consagrou este sábado os campeões nacionais do escalão de sub 12, com Lena Couto e João Dinis Silva a ficarem com os títulos na variante individual.

Um ano depois de ter conquistado o troféu neste mesmo torneio — e no mesmo palco —, Lena Couto repetiu a proeza graças a um percurso imaculado: a jogadora do Tennis Lovers Boavista começou por derrotar Joana Caetano (CT Santarém), por 6-0 e 6-0, depois a primeira cabeça de série, Carolina Jacinto (CT Portimão e Rocha), por 6-1 e 6-1, Isabel Marincas (CT Faro), por 6-0 e 6-2, Angelina Voloshchuk (UJ Alverca), por 6-3 e 6-1, e, já na grande final, Maria Sardinha (Clube de Ténis do Jamor) por 6-0 e 7-5.

Na competição masculina, João Dinis Silva, da Escola de Ténis da Maia, sucedeu-se a Gonçalo Marques graças a mais um percurso sem sets perdidos: 6-0 e 6-0 a Pedro Pequito (CIF) na primeira ronda, 6-1 e 6-0 a João Luís Silva (GC Santo Tirso) na segunda, 6-1 e 6-1 a Gonçalo Quintela (CIF) nos quartos de final, 6-4 e 6-1 sobre Salvador Monteiro (ET Maia) nas meias-finais e, por último, por 6-2 e 6-2 sobre João Lopes (ET Jaime Caldeira), o primeiro cabeça de série, no encontro decisivo.

E graças à variante de pares verificaram-se não uma, mas duas dobradinhas: Lena Couto e Angelina Voloshchuk venceram Bárbara Balsemão e Marta Vilaça por 6-1 e 6-0, enquanto João Dinis Silva e Salvador Monteiro derrotaram Gonçalo Quintela e João Lopes por 6-0, 3-6 e 10-5.

Na variante de pares mistos, o título sorriu a Angelina Voloshchuk e João Morgado: 4-6, 6-2 e 10-7 foram os parciais do triunfo sobre Inês Lage e João Luís Silva.

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegaram o padel e o squash. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."