Um ano depois, Garbiñe Muguruza volta a sorrir no México

Tenista espanhola voltou aos triunfos no palco onde tinha sido feliz pela última vez, em 2018. (Fotografia: WTA)

A espanhola Garbiñe Muguruza sagrou-se esta noite bicampeã do Abierto GNP Seguros, na cidade mexicana de Monterrey. A tenista espanhola repetiu o sucesso da temporada passada, ao derrotar a bielorrussa Victoria Azarenka na final. Muguruza liderava por 6-1 e 3-1 quando a adversária se retirou devido a uma lesão na perna.

De um lado, a tenista nascida em Caracas jogava a sua primeira final desde a vitória nesta mesma prova em 2018. Do outro, Azarenka regressava a uma final ao fim de três anos, e depois de ter travado uma batalha legal pela custódia do seu filho que a obrigou a ausentar-se do circuito durante nove meses.

O arranque da partida não foi fácil para a tenista de 29 anos. Azarenka cedeu o seu serviço logo no jogo inaugural e permitiu que Muguruza abrisse logo uma vantagem de 2-0. A atleta nascida em Minsk reduziu (com dificuldades) para 1-2, mas Muguruza colocou de seguida o pé no acelerador e venceu quatro jogos consecutivos para fechar a primeira partida ao fim de 44 minutos.

Foi então que surgiram os problemas físicos. Na pausa entre sets, Victoria Azarenka solicitou assistência médica para um problema na perna, e tentou regressar ao encontro. A vencedora de dois títulos do Grand Slam ainda conseguiu vencer o seu primeiro jogo de serviço – sempre com dificuldades – mas não conseguiu voltar a repetir a receita. Muguruza quebrou o saque da adversária ao quarto jogo e por aí ficou o encontro, com a bielorrussa a ser forçada a retirar-se por força da lesão sofrida.

Um ano depois, e exatamente no mesmo palco, Garbiñe Muguruza voltou a sorrir. A tenista espanhola conquistou o sétimo título da carreira, o primeiro na presente temporada, e defendeu os pontos conquistados em 2018.

No que toca ao ranking, a tenista de 25 anos vai manter-se na 19.ª posição esta segunda-feira. Victoria Azarenka, por sua vez, vai escalar sete posições, de forma a instalar-se no 60.º lugar da hierarquia mundial.

Adepto do desporto em geral mas com especial carinho pela "bolinha saltitona". O bichinho surgiu ainda Rafael Nadal não tinha mangas e não mais saiu. Chegada a oportunidade de me juntar ao Raquetc, juntamente com a minha ambição de ser jornalista, foi fácil aceitar juntar-me à equipa.