Vasco Costa aponta falta de experiência em lidar com a pressão como fator limitativo frente ao Cazaquistão

Vasco Costa
Fotografia: Fernando Correia/FPT 2018

Depois das reações de Rui Machado e João Sousa à derrota de Portugal perante o Cazaquistão, também o presidente da Federação Portuguesa de Ténis deu o seu parecer quanto ao resultado atingido em Astana.

Vasco Costa apontou a pressão e a falta de experiência a lidar com a mesma como fatores limitativos, mas mantém a esperança de uma eventual chegada ao Grupo Mundial.

“Quando jogam a Taça Davis, os jogadores dão o máximo, até por isso acusam mais a pressão do que deviam. E isso é um dos fatores que também nos tem limitado. O que eventualmente correu menos bem foi terem assumido tanta responsabilidade e vontade de chegar ao Grupo Mundial”, comentou o líder federativo.

“Era uma eliminatória bastante difícil. Jogar fora é sempre difícil na Taça Davis e a seleção do Cazaquistão só perdeu uma vez em casa nas últimas 12 eliminatórias. O público e o piso ajudaram e não conseguimos concretizar os nossos objetivos, mas vamos continuar a tentar e, mais tarde ou mais cedo, vamos conseguir o apuramento para o Grupo Mundial”, garantiu.

Apesar da derrota, a esperança continua intacta e Vasco Costa aponta já a 2020 referindo que Portugal tem “equipa para competir com qualquer outra de nível mundial e, para o ano, se o sorteio for favorável, conseguir chegar ao Grupo Mundial da Taça Davis”.

Francisco Semedo
Licenciado em Turismo e a tirar Mestrado em Ciências da Comunicação, desde cedo se interessou pelo ténis. Começou aos 9 e desde então tem um olhar atento e constante de tudo o que se passa naquela que considera ser a melhor modalidade a todos os níveis.