Naomi Osaka: “O que retiro do jogo, e que me orgulha, é nunca ter desistido”

Fotografia: Australian Open

Campeã em título do US Open e com a possibilidade de repetir o feito, desta vez em Melbourne. Naomi Osaka está na final do Australian Open e com a liderança do ranking mundial ao virar da esquina. Na conferência de imprensa após o triunfo sobre Karolina Pliskova, a japonesa admitiu não ter feito o seu melhor jogo, mas ficou contente com o desfecho.

“Não acho necessariamente que eu tenha jogado o melhor ténis que alguma vez joguei. O que retiro do jogo, e que me orgulha, é nunca ter desistido”, começou por dizer.

A conversa sobre a possibilidade de assumir a liderança do ranking mundial rapidamente surgiu e a jovem de 21 anos reconhece a importância desse feito, até porque se tornaria a primeira japonesa a chegar ao topo da hierarquia masculina ou feminina. “Claro que significa muito para mim. Era um dos meus grandes objetivos quando estava a jogar os quartos de final, ao ouvir que isso era possível. O objetivo principal é ganhar o torneio. O ranking penso que vem depois disso. Tenho tendência a ser melhor se me focar apenas em um objetivo.”

A concluir, a nipónica fez uma pequena antevisão da final, onde vai defrontar Petra Kvitova. “Nunca jogámos antes. Acho que ter a oportunidade de jogar pela primeira vez contra ela na final de um Grand Slam é algo fantástico. Eu vi o jogo dela na final de Wimbledon. Sei a grande jogadora que ela é e vai ser um jogo muito difícil, tenho a certeza.”

Aos 21 anos de idade, Naomi Osaka defronta Petra Kvitova este sábado na final do Australian Open. A tenista japonesa tem em jogo a possibilidade de assumir a liderança do ranking mundial e de conquistar o seu segundo Grand Slam consecutivo.

Adepto do desporto em geral mas com especial carinho pela "bolinha saltitona". O bichinho surgiu ainda Rafael Nadal não tinha mangas e não mais saiu. Chegada a oportunidade de me juntar ao Raquetc, juntamente com a minha ambição de ser jornalista, foi fácil aceitar juntar-me à equipa.