Rita Pinto e outros três portugueses eliminados na primeira ronda do Porto Open

PORTO – Foi um dia curto para as aspirações portuguesas aquele que marcou o arranque dos quadros principais de singulares do Porto Open, com Nuno Borges a ser o único jogador da casa a seguir em frente. Em pares, o cenário foi diferente — vários conseguiram reservar um lugar nos quartos de final.

Praticamente ao mesmo tempo que o jovem jogador da Maia carimbava o acesso à segunda eliminatória do quadro masculino, Rita Pinto, de apenas 18 anos e uma das convidadas para o quadro principal, perdia por 6-3 e 6-1 para a belga Greet Minnen, do qualifying, que assim garantiu um encontro com a suíça Jill Teichmann, primeira cabeça de série, na jornada de quinta-feira.

A tenista de Lisboa foi a única portuguesa a entrar em ação no quadro de singulares, mas no de pares houve mais ação e… Alegrias: Inês Murta, que joga neste torneio com a ucraniana Mariana Zakarlyuk, derrotou as compatriotas Stephanie Bertschmann e Luísa Pelayo, por 6-1 e 6-1, para chegar aos quartos de final. Nessa fase estão, também, Cláudia Gaspar e Daniella Silva, que venceram Svenja Ochsner e Alica Rusova por 6-3 e 6-3. Já Leonor Oliveira e Maria Inês Fonte, perderam por 6-3 e 6-3 para Montserrat Gonzalez e Laura Pigossi, as terceiras favoritas.

Já no quadro masculino, três portugueses tentaram repetir os passos de Nuno Borges, mas sem sucesso: Tomás Almeida perdeu por 6-4 e 6-2 para o brasileiro Gabriel Da Silva, Gonçalo Ferreira por 6-0 e 6-2 para Maxime Chazal (oitavo favorito) e João Guerra por 6-2 e 6-1 para Alexandre Tsuchiya.

Em pares, Nuno Borges e Francisco Cabral (terceiros candidatos ao título) derrotaram Simão Alves e Manuel Gonçalves por 6-1 e 6-2 rumo aos quartos de final e Daniel Batista venceu, ao lado de Edoardo Graziani, os espanhóis Antonio Prieto e Hugo Largo, por 6-3 e 6-4. Já Tiago Cação, que joga com o brasileiro Gabriel Ciro da Silva, levou a melhor sobre Bernardo Roque e Nicolas Rosenzweig (6-0 e 6-4), enquanto Tomás Almeida e Francisco Oliveira perderam com os segundos favoritos, Orlando Luz e Felipe Meligeni Rodrigues Alves, por 6-0 e 7-6(3).

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a histórias, a recordes. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais — por isso depois chegaram o padel, o ténis de mesa e o squash. E assim cá estamos, no Raquetc ("raquetecétera"). Como escreveu Pessoa, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."