A despedida de Carreño Busta: “Ia ser muito bonito jogar a final com o João. Espero que ele ganhe”

Pablo Carreño.Busta .

ESTORIL – Este sábado assistiu-se à despedida de Pablo Carreño Busta, o (ainda) campeão em título do Millennium Estoril Open (ver aqui). De malas feitas e pronto para viajar até à capital do seu país, o segundo cabeça de série da prova ainda dispensou algum do seu tempo para conversar com os jornalistas após o encontro que ditou o seu afastamento.

Humilde e claro na análise ao duelo, o espanhol começou por elogiar a prestação do seu adversário, e eventual finalista, Frances Tiafoe. “É verdade que ele jogou muito bem mas o meu inicio de primeiro set foi muito mau e isso acabou por marcar o resto do jogo. Ele esteve muito solto e a mim custou-me encontrar-me no jogo”, começou por contar. “Já no segundo set joguei um pouco melhor mas o Tiafoe aguentou muito bem, esteve seguro e foi superior”, continuou.

Apesar de tudo, o tenista de 26 anos consegue retirar alguns aspetos positivos da sua participação nos courts do Clube de Ténis do Estoril. “Foi um bom torneio, ganhei dois bons encontros e cheguei às meias finais mais uma vez. Gostava de ter feito uma melhor prestação mas é importante ir ganhando jogos. Agora é pensar em Madrid e em fazer uma boa participação lá”, explicou, já com os olhos no Masters 1000 que irá disputar na próxima semana.

Para acabar, Carreño Busta não nos deixou sem uma curta análise relativa à final deste domingo, cujo protagonista principal é João Sousa, seu amigo próximo. “Ia ser muito bonito jogar a final aqui em Portugal, na sua casa. Obviamente que o conheço muito bem, é meu amigo e por isso espero que ganhe. Mas se for o Tiafoe também é um bom vencedor”, concluiu.

António Vieira
Natural de Lisboa e licenciado em Gestão, vê no Ténis uma extraordinária modalidade com vasto potencial a ser explorado em Portugal. Tem como principal objetivo a contribuição no seu crescimento partilhando com o Mundo a sua espetacularidade.