Jo-Wilfried Tsonga e Gael Monfils não defrontam Itália na Taça Davis

Jo Tsonga
Fotografia: Corinne Dubreuil

A dúvida tornou-se certeza: os franceses Jo-Wilfried Tsonga e Gael Monfils não vão disputar a eliminatória dos quartos de final da Taça Davis frente à Itália, entre 6 e 8 de abril, nos courts de terra batida do Valletta Cambiaso ASD, em Génova.

Tsonga ainda se encontra a recuperar uma lesão no joelho – tal como Richard Gasquet, diga-se – e Monfils, por sua vez, está a contas com uma lesão nas costas que o atormenta desde Indian Wells, pelo que ambos foram deixados de fora da convocatória pelo capitão gaulês, Yannick Noah.

Assim, a armada gaulesa vai ser liderada pelo número 10 mundial, Lucas Pouille, que não foi a Miami para começar mais cedo o treino em terra batida, sendo que a segunda escolha para singulares deverá passar por Jeremy Chardy, que recentemente alcançou a quarta ronda em Indian Wells e em Miami. Para além destes, também Adrian Mannarino, Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut foram chamados.

Do lado italiano, Fabio Fognini foi o escolhido por Corrado Barazzutti para liderar a equipa e a ele juntam-se Paolo Lorenzi, Andreas Seppi, Simone Bolelli e ainda Matteo Berrettini. No entanto, paira no ar a dúvida sobre qual será o segundo jogador de singulares uma vez que Lorenzi e Seppi não competem desde fevereiro devido a lesões e Berrettini, de 21 anos, ainda não terá a experiência que o capitão italiano pretende.

Numa espécie de antevisão ao encontro, o capitão gaulês Yannick Noah apelidou os transalpinos de “perigosos”: “A Itália é perigosa. Eles adoram a Taça Davis, o público vai lá estar e eles adoram jogar bem fora de casa também. Vai haver muita paixão”, disse.

Marin Cilic e Borna Coric lideram Croácia frente ao Cazaquistão; David Goffin falha embate da Bélgica perante os Estados Unidos

Ainda no Grupo Mundial, foram também conhecidas as escolhas de Zeljko Krajan, capitão da Croácia, para o embate frente ao Cazaquistão a realizar-se em solo croata.

Sem facilitar, Krajan chamou o número 3 mundial Marin Cilic e o jovem Borna Coric, bem como o especialista de pares Ivan Dodig e ainda Nikola Mektic. Do lado do Cazaquistão, que disputa os quartos de final pela quinta vez desde 2011, foram convocados Mikhail Kukushkin, Aleksandr Nedovyesov, Dmitry Popko, Timur Khabibulin e Denis Yevseyev.

Na antevisão, Marin Cilic diz não esperar facilidades: “O Cazaquistão tem sido muito consistente nos últimos anos. Pode ser surpreendente para as pessoas que estão de fora mas nós sabemos que eles são uma equipa sólida e que tem muita paixão quando toca a defender o seu país e por isso estamos a levar este embate muito a sério”, disse.

Contudo, a maior surpresa chega da Bélgica: David Goffin ainda não vai a jogo. O número um belga ainda se encontra a recuperar da lesão num olho e, depois de ter vencido apenas um jogo perante João Sousa em Miami, apenas deverá voltar à competição em Monte Carlo.

Como se isso não fosse suficiente, também Steve Darcis estará ausente do confronto frente aos Estados Unidos, devido a um problema no cotovelo que o vem a incomodar desde novembro. Assim, Ruben Bemelmans, Joris de Loore, Sander Gille e Joran Vliegen foram os convocados para defrontar uma seleção norte-americana na máxima força com Jack Sock, Sam Querrey, John Isner, Ryan Harrison e Steve Johnson.

Os Estados Unidos procuram a sua primeira meia-final desde 2012 e a Bélgica, que alcançou a final em 2015 e em 2017, vê-se privada dos seus dois melhores jogadores num embate para o qual, à partida, não é favorita.

Também recentemente ficou a ser conhecida a convocatória da seleção da Espanha, que já vai contar com Rafael Nadal, e da seleção portuguesa que se desloca à Suécia para jogar a segunda ronda do Grupo I da zona euro-africana.

Adepto do desporto em geral mas com especial carinho pela "bolinha saltitona". O bichinho surgiu ainda Rafael Nadal não tinha mangas e não mais saiu. Chegada a oportunidade de me juntar ao Raquetc, juntamente com a minha ambição de ser jornalista, foi fácil aceitar juntar-me à equipa.