Gonçalo Oliveira é o jogador com mais vitórias em 2017 e há outro português no top 3

Fotografia: Marcello Zambrana/DGW Comunicação

Gonçalo Oliveira. É ele o jogador com mais encontros disputados ao longo de todo o ano de 2017, é ele também o jogador com mais vitórias. Não falamos do panorama português, mas sim entre todos aqueles que competem no circuito profissional.

Ao longo de toda a temporada, foram já 123 os encontros de singulares disputados por Gonçalo Oliveira, que tem vencido como ninguém: à data desta terça-feira*, são já 82 as vitórias registadas em encontros de singulares. E se a estas se juntarem as vitórias em pares (65 já contando um triunfo em Hong Kong esta semana)…

Mas voltemos aos singulares: este número faz dele o recordista de 2017, com o russo Ivan Nedelko em segundo lugar, com 75 vitórias, e um outro português a fechar o pódio: João Monteiro, que venceu 73 encontros de singulares.

Se é verdade que nos últimos dias o portuense perdeu o segundo lugar — que se preparava para dar um título partilhado a este artigo –, há uma marca que ninguém lhe tira. É que aquela que foi a melhor temporada de João Monteiro até ao momento no circuito profissional terminou com o tenista de 23 anos a somar 73 triunfos em torneios Future esta época, mais do que qualquer outro tenista (Oliveira é o 5.º da lista, com 67 triunfos).

Mas os números não se ficam por aqui: no circuito Challenger, Gastão Elias (35 vitórias) e Pedro Sousa (33) ocupam, respetivamente, o sétimo e nono postos na lista de tenistas com mais vitórias.

*O artigo será atualizado ao longo da semana, consoante a prestação de Gonçalo Oliveira no Future de Hong Kong (onde é o primeiro cabeça de série) se for desenvolvendo.

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegaram o padel e o squash. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."