João Moreira, diretor do Open Azeméis: “O balanço é extremamente positivo”

Aproxima-se do fim a 4.ª edição do Open Azeméis, torneio de 25 mil dólares em prémios monetários (mais alojamento) disputado nos campos de piso duro ao ar livre do Clube de Ténis de Azeméis.

Em declarações à rádio Azeméis FM, João Moreira, o diretor da prova, disse estar satisfeito com mais uma edição do torneio oliveirense. “O balanço que nós fazemos neste momento é extremamente positivo. Tivemos um quadro de qualificação como nunca tivemos antes, com mais jogadores do que é habitual e vindos de diversos continentes”, congratulou-se.

O feedback recebido pelos tenistas estrangeiros que se deslocaram a Oliveira de Azeméis para competir deixa a organização da prova satisfeita. “Dão-nos os parabéns. Prima-mos um bocadinho pela diferença, pois neste nível de torneios não é normal que as organizações tenham o nível de atenção com os atletas que nós temos”, indicou.

João Moreira revelou uma das mais-valias do torneio. “Devido a não termos transportes públicos diretos do Porto para Oliveira de Azeméis estamos a fazer, a custo zero, transfers dos atletas do aeroporto para a cidade e da cidade para o aeroporto e eles vêem isso como uma mais-valia. É um conforto que normalmente só existe em torneios ATP”, lembrou.

O diretor do torneio enalteceu a boa afluência de público ao longo da semana. “Temos tido muito público durante a semana, mais do que aquilo que eram as nossas expetativas. Na segunda-feira tivemos o clube cheio de gente, o que não é normal para o primeiro dia de competição do quadro principal e isso deixa-nos muito felizes. Quer dizer que a qualidade do torneio está aí para as pessoas verem”, apontou.

A final de singulares do Open Azeméis realiza-se a partir das 11 horas deste sábado e coloca frente a frente o sérvio Pedja Krstin e o belga Yannick Mertens, respetivamente quarto e sexto cabeças de série. Mais tarde, Francisco Cabral & Nuno Deus defrontam Niels Desein & Yannick Mertens, pelo título de pares.

João Correia
Licenciado em Sociologia e Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação (ISCTE). Privilegiado por viver numa das melhores eras da história da modalidade.