Nick Kyrgios: “A Taça Davis fez maravilhas em mim”

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14 anos depois, a Austrália pode estar em vias de voltar a marcar presença na final da Taça Davis, a maior e mais prestigiada competição de ténis entre países. Nick Kyrgios é um dos eleitos do selecionador Lleyton Hewitt para a eliminatória frente à Bélgica, em Bruxelas, e à conversa com a equipa de comunicação da Taça Davis sublinhou a importância deste evento.

“A Taça Davis fez maravilhas em mim este ano. Levou-me a encontrar novamente a paixão por estar em ambiente de equipa, sabendo que o ténis não é uma coisa má e que é possível divertir-me a jogar”, observou o australiano, que em abril foi peça chave no confronto dos quartos de final com os EUA (3-2), ao vencer dois encontros de singulares.

Nick Kyrgios referiu recentemente, aquando da sua eliminação no US Open, que tem dificuldades em dedicar-se ao jogo a 100%. Mas em contexto de Taça Davis, e particularmente com a liderança de Hewitt, uma lenda do ténis daquele país, a história é outra.

“[Hewitt] Ajudou-me muito. Acho que ele é o melhor capitão que já tivemos. Sei que todos na equipa são capazes de deixar tudo em campo por ele”, assegurou.

O ano de 2003 marcou a última presença da Austrália na final da competição. Na altura, os australianos venceram a seleção espanhola, por 3-1, num embate disputado em Melbourne. Sagrar-se campeão da Taça Davis, nas palavras de Kyrgios, seria um “sonho”. “Levar o troféu para casa seria, provavelmente, um sonho para mim”, vincou.

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