Nuno Marques: “Pedro Sousa ou Gastão Elias? Vai ser uma boa dor de cabeça”

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É umas das principais questões em torno da seleção portuguesa: Quem irá a jogo no segundo singular nacional? Nuno Marques ainda não tem a resposta, mas admite que essa é uma boa dor de cabeça.

Além dessa questão, em conversa com o RAQUETC após o treino da tarde desta segunda-feira, o capitão da seleção nacional perspetivou a eliminatória e destacou o público como fator chave para o duelo frente à Alemanha a contar para o Play-off de acesso ao Grupo Mundial da Taça Davis.

“Vai ser uma eliminatória muito dura. A ausência dos Zverevs e do Kohlschreiber teoricamente equilibra um pouco a eliminatória. Sabemos que vai ser muito dura e igualada. É uma Davis, há sempre fatores diferentes aos fatores normais do circuito e creio que podemos ganhar. Já acreditávamos caso viesse a outra equipa e é essa a nossa abordagem”, comentou o ex top 100 mundial, que não considera haver uma pressão maior por a equipa alemã não vir na máxima força.

“Se perdêssemos não íamos ao Grupo Mundial. Não acho que a pressão afete. Acho que nos dá mais motivação do que pressão. O desejo de chegar ao Grupo Mundial é grande e se perdemos com esta equipa o resultado é o mesmo: não conquistamos aquilo que merecemos e por que lutamos há muito tempo”, continuou.

Quanto ao principal fator que poderá encaminhar Portugal para um histórico Grupo Mundial, Nuno Marques fez questão de escolher a vantagem de jogar em casa, fazendo o apelo para que o público luso compareça em peso no Centralito entre os dias 15 e 17 deste mês.

“Jogar em casa. É muito importante e estamos muito contentes por jogar cá. Espero que o público adira e perceba a importância deste jogo para nós. Acho que isso pode fazer a diferença”, considerou.

Por fim, foi tempo de responder à questão mais aguardada: Gastão Elias ou Pedro Sousa?

“Há dúvidas boas. Há um ou dois cenários possíveis. É bom termos o Pedro a jogar tão bem, é um jogador impressionante. Quanto ao Gastão todos sabemos o que ele joga e o que joga na Davis. É bom, é uma boa dor de cabeça termos mais opções”, admitiu.

“É um facto que nesta eliminatória o Pedro está à frente, muito perto do top-100. Está a fazer um ano excelente, está um melhor jogador e tem crescido muito. Temos um ou dois dias para tomar decisões”, concluiu o técnico português.

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