João Domingues: “Foi um jogo difícil, tive de me manter mentalmente sólido porque ele não dava ritmo”

LISBOA – Garantida a vitória no encontro de estreia no quadro principal de singulares do Lisboa Belém Open, João Domingues dirigiu-se à sala de imprensa para fazer a análise ao duelo com Prajnesh Gunneswaran, jogador que derrotou em dois sets.

Em conferência de imprensa, o tenista natural de Oliveira de Azeméis confessou que “o primeiro jogo é sempre o mais difícil. Estamos a habituar-nos às condições e aqui o jogo está bastante rápido e o campo com alguns ressaltos. Joguei com um jogador esquerdino, que tem uma das direitas mais pesadas que alguma vez vi e foi um jogo difícil. Tive de me manter mentalmente sólido porque ele não dava ritmo.”

Questionado sobre a importância de haver um torneio de categoria Challenger em Portugal novamente, Domingues disse que “não só para mim, mas para todos os portugueses um torneio deste nível é extremamente importante para o ténis em Portugal, que está a evoluir. Ter um torneio do patamar dos Challengers é fundamental para o desenvolvimento do ténis.”

Cada vez mais habituado a torneios Challenger, o jogador português de 23 anos, número 180 do ranking, diz querer “consolidar ao máximo o meu nível neste patamar e ter uma base bastante completa para depois ir subindo aos poucos.”

Gaspar Ribeiro Lança
gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tie-break. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegaram o padel e o squash. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."