Ding Ning sagra-se tricampeã mundial de ténis de mesa

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Ding Ning, Ding Ning, Ding Ning. É um dos nomes incontornáveis do ténis de mesa e, a partir deste domingo, passa a contar no currículo com não um, não dois, mas três títulos de campeã mundial em singulares.

Clara favorita à conquista do Campeonato do Mundo que se disputa em Dusseldorf, Alemanha, a mesatenista chinesa de 27 anos encontrou na compatriota Zhu Yuling (terceira cabeça de série) uma boa oposição, mas revelou-se demasiado forte e acabou por vencer por 4-2, com parciais de 11-4, 9-11, 4-11, 11-6 e 11-7.

Com a conquista em Dusselford, Ding Ning conquistou o Campeonato do Mundo de singulares pela terceira vez na carreira (já tinha ganho a competição em 2011 e 2015), juntando-se às compatriotas Deng Yaping e Wang Nan como uma das três jogadoras da China a conseguir tal feito.

Mas o currículo de Ning está longe de se ficar por aqui: em singulares, conta ainda com 2 vitórias na Taça do Mundo, uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres e o ouro no Rio de Janeiro, contabilizando um total de 23 títulos; em pares, já chegou por três vezes à final do campeonato do mundo, tendo no currículo 22 troféus de campeã; tem também três vitórias no campeonato do mundo por equipas e cinco na Taça do Mundo por equipas, bem como dois troféus nos Jogos Asiáticos e quatro nos Campeonatos Asiáticos.

São estes números que fazem de Ding Ning um nome incontornável do ténis de mesa atual e, cada vez mais, da história da modalidade.

As meias-finais da competição masculina estão marcadas para o início de manhã desta segunda-feira, com a final a realizar-se da parte da tarde.

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Gaspar Ribeiro Lança

gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tiebreak. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegou o padel, o squash e o ténis de mesa. E assim cá estamos, no RAQUETC (“raquetecétera”). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, “primeiro estranha-se, depois entranha-se.”