Djokovic “renasce”, arrasa e 10 meses depois regressa à final de um Masters 1000

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O encontro exigia muito de cada um dos jogadores e foi Novak Djokovic quem conseguiu corresponder, ao reencontrar o seu melhor ténis para, com aquela que foi de longe a melhor exibição em 2017, derrotar Dominic Thiem (6-1 e 6-0) para chegar à final do Internazionali BNL d’Italia. É a primeira vez nos últimos 10 meses que o sérvio carimba a passagem ao encontro decisivo de um ATP Masters 1000.

Nas bancadas do Court Centrale do Foro Italico estavam Dijana (mãe), Srdjan (pai), Marko (irmão e agora treinador) e Jelena (mulher). Afinal, o momento era de extrema importância para o número 2 mundial: jogava-se por um lugar na final do prestigiado torneio de Roma mas, também, pelo recuperar de uma forma que em 2017 tarda em aparecer e a confiança necessária para atacar (e defender o título) o segundo Grand Slam da época.

E a verdade é que o sérvio correspondeu da melhor forma. Depois de um primeiro ponto que deixou água na boca e deu, de forma enganosa, a prever um duelo muito, muito equilibrado, foi o atual número 2 do ranking quem dominou por completo a partida. Consistente em todos os capítulos do jogo, Djokovic encontrou o seu melhor ténis e alinhou aquela que foi a melhor prestação em toda a época.

Quando estavam decorridos 26 minutos, o por quatro vezes campeão do torneio já tinha o primeiro set “no bolso”. Depois, só precisou de mais 35 minutos para vencer também o segundo e vencer, de forma rápida e esclarecedora, o encontro que o coloca pela primeira vez desde julho de 2017 na final de um torneio Masters 1000. O adversário na final deste domingo? O estreante Alexander Zverev, que hoje superou John Isner em três sets para se estrear em decisões tão importantes.

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