Ex top-300 mundial banido do ténis após mais um caso de corrupção

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Com o cerco mais apertado, após os sucessivos escândalos de combinação de resultados e corrupção no ténis a dispararem em 2016, os frutos do trabalho do Tennis Anti-Corruption Program (Program) em conjunto com a Tennis Integrity Unit (TIU), começam a ser colhidos, com as investigações e o controlo a aumentarem consideravelmente nos últimos meses, com o objetivo de fazer do ténis um desporto “limpo”.

Após vários meses de investigação, estas duas unidades chegaram a mais uma decisão, ao banirem Junn Mitsuhashi do ténis, obrigando-o ainda a pagar uma multa de 50.000 dólares.

As acusações do qual o ex número 295 mundial é acusado e considerado culpado são a “tentativa de corromper outros jogadores, apostar em jogos de ténis e recusar cooperar com a TIU”, segundo pode ler-se num comunicado feito esta terça-feira pelos dois órgãos.

Segundo o comunicado, em Novembro de 2015, o tenista japonês de 27 anos, “terá pedido a Joshua Chetty (também ele jogador, que foi banido em 2016), que tentasse corromper outros jogadores durante um Future jogado na África do Sul. Os valores apresentados foram de 2000 dólares para perder um jogo de singulares e 600 dólares para um jogo de pares”.

Já em dezembro do mesmo ano, “Mitsuhashi tentou corromper diretamente um jogador durante um Future na Nigéria, pedindo-lhe que manipulasse certos aspetos de um jogo”.

“Além disto, entre os meses de Outubro e Novembro de 2015 também se descobriu”, que Mitsuhashi “fez 76 apostas desportivas, sendo que todos os tenistas estão impedidos de o fazer”.

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