Marcelo Melo fala sobre Roland Garros: “Se chegarmos lá a jogar desta forma, temos boas hipóteses”

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MADRID – Minutos depois de conquistar o segundo título da temporada em torneios Masters 1000, ao vencer a final do Mutua Madrid Open com Lukasz Kubot, Marcelo Melo falou com o RAQUETC sobre a importante conquista e, ainda que cauteloso, as próximas semanas.

Com o 24.º título da carreira em mãos, o tenista brasileiro de 33 anos (que atualmente é o número 5 do ranking de pares) disse que o “segredo” para que a dupla já tenha 3 presenças (e 2 títulos) em finais de Masters 1000 esta época é ter conseguido “encontrar muito bem a maneira de jogar um com o outro.”

Campeão em Miami e vice-campeão em Indian Wells com Kubot, Melo revelou que “é diferente quando se joga um torneio juntos ou um ano inteiro. Você começa a saber como é que o seu parceiro joga e acho que o principal foi mesmo isso, sabermos encontrar muito bem a nossa maneira de jogar e encaixar muito bem, sabendo o que é que cada um faz e pensa. Acho que foi esse o segredo.”

Já com os olhos postos em Roma, o ex-número 1 mundial, natural de Belo Horizonte, diz que “a dupla não vai ficar satisfeita com estes resultados que temos e vai continuar a trabalhar para conseguir mais títulos grandes como esse”.

Roland Garros, onde já venceu (em 2015, com Ivan Dodig), é um dos títulos em mente, mas Marcelo Melo diz que gosta de “pensar muito torneio a torneio, sem colocar os olhos mais além. No ano passado fiz semifinal lá e o Lukasz também, eu já lá fui campeão e é um torneio de que gosto muito. Vamos ver… Se chegarmos lá a jogar desta forma, temos boas hipóteses, mas passo a passo, agora queremos jogar Roma e depois pensamos em Paris.”

Para já, Melo e Kubot têm garantida a subida ao primeiro lugar da Race to London, que é o mesmo que dizer que são o par com mais pontos conquistados em 2017.

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gasparlanca@raquetc.com | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tiebreak. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. E mais, sempre mais. Por isso depois chegou o padel, o squash e o ténis de mesa. E assim cá estamos, no RAQUETC ("raquetecétera"). Como escreveu Fernando Pessoa nos anos 20, "primeiro estranha-se, depois entranha-se."